quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Basta!!!

Basta, eu te digo
Chegas-te ao fim da historia
Meu coração
Já sofreste por demais

Peço-te deixe que ele
Repouse tranquilamente em seus últimos dias,
Já que a hora do adeus se aproxima

Tu não se cansaste de me fazer sofrer,
Enganar-me e dizer que um dia
Ira voltar para mim
E será feliz ao meu lado

Tudo blasfêmia
Jogaste fora as mil oportunidades
Que eu te ofereces-te

E ainda me ínsitas
Como se eu foste um vilão
Eu que tivesse te traído
Pelas costas

Dizendo que eu nunca valorizastes
A tua pessoa
Cujo meu maior erro
Foi te Amar demais.

Maldito coração que se aproxima a hora
De morrer
Deixaste minha vida conturbada
Sem resolução

Em minha ultima suplica peço-te
Que me mates ou me deixes
Morrer tranquilamente.

Rastejante

Aqui jaz o meu amor próprio
Que se foi ao tu me negares
E hoje vivo com a marca
Que me deixaste ao sair

Sinto-me só e com frio,
Pois a vodka acabou
E você levou a minha
Alegria com sigo

Deixando-me amargo
E frio, com um coração.
Sadista e com sede
Desesperado ao te ter novamente

Sem orgulho eis que
Rastejo aos teus pés
Pedindo perdão
De algo que não fiz

Sendo que foste você
Que despachas-te meu
Sentimento no lixo
Como reles excrementos

Ao me negares diante de todos
Como um nada
Alguém que não existias
Para ti.

Jogado na sarjeta
Deparo-me com minha pessoa
Rastejando ao encontro
De alguém que já fora embora

Pergunto-me o que devo
Fazer, para que eu não morra.
De angustia ao espera por alguém
Que não vem!

Infeliz dentro de minha própria virtude
A paciência vira minha inimiga.
O tempo duraste eternamente
A cada min que vejo passar

Envelhecido pela dor
Que sinto todos os dias
Sangrando pelas feriadas
Que tu deixaste

Eis que venho como minha
Ultima tentativa
A ultima suplica
Pedindo que volte

E traga-me a minha alegria
Pois quero sentir o
Doce gosto
De teus beijos


P.s. Traz minha vodka 

Bed

Ao tocares minha face
Com tua mão
Deixaste muito mais que um marca
Vermelha externa

Feriste meu coração
Humilhais-te meu ego
Deixaste-me sem esperança
De reconciliação

Tudo quanto pediras
Para ti
Tu fingiste que
Não ouvira

Assim sendo cada fala
Minha jogada ao vento
Restando-me olhos com
Lagrimas que vejo de ti

Ainda me desceste
Barbarias contra
Minha pessoa
Que aqui esta.

Enchendo-me de ira
Seguro meus punhos
Para que eu não leve
Ate sua garganta ou a minha condenação

Pede-me que eu se vá
Para eu não ir atrás
Daquela menina
Que aqui morrera

Os fatos não negam,
Diz ela, com a voz chorosa.
Olhando-me iradamente
Nos olhos.

Átono tento compreender
O que deveras acabara de ocorrer
Mas uma tentativa em vão
Pois sua raiva é grande

Saio antes que sua
Indignação se aclame
Mais ainda
Contra mim

Insultando-me a cada passo
Que dou na direção da porta
Sem clemência
Falas-te ate de sua sogra

E em minha ultima
Olhada para trás
Dizendo tchau
Retruco a dizer-te “EU TE AMO”

Eis que sua fala
Cessa rapidamente
E corre em minha direção
Calada e com olhas fixos

Preparo-me para
Sentir novamente
O teu toque
Eis que beija-me a boca

Dizendo que me
Amas e que não importa
O que aconteça
Que sempre estará ao meu lado.

Condeno

Te cuspi de minha vida
Como nada
Rindo e vendo
O resultado

Mas tu deixaste um
Gosto amargo em minha vida
Tudo quanto toco
Não tem mais o mesmo sabor

Percebendo que mesmo
Curta a tua passagem
Pela minha vida
Tu me mudaste

Deixaste-me com sede
E sedento pelo resultado
Que tu me deras
Ao amanhecer

Mas te condeno
Por minha fome
Maldita pasta de dentes!!!

Desejo

Ao encostar-se em ti o meu mais
Atenuante desejo vem á tona
O teu olhar opaco, que me.
Transmite transe

Ensina-me que tu queres
Tudo que posso oferecer-te
Sucumbir-me por inteiro

Eis que te farei
O que for preciso
Para que tudo dure
Ate se torna inesquecível

Rejeição

Nas conversas anônimas
Juraste que ma amava
Estaria lá quando eu precisas-te de ti
Que seria minha no fim do dia

Mergulhei de cabeça
Em ti e tudo que me disseste
Nos sentimentos em que tu me confiaste
Nos sonhos que teríamos juntos

Mas deixaste tudo por um segundo
Para viver ao lado de um estranho
Que falas coisas insanas
Só para esta perto de você

E o que eu pude fazer?
Assistir você ir embora
Rindo sem olhar para traz
Abraçada com o seu novo amor

Só me restando o
Gosto salgado de uma lagrima
Que percorre o meu rosto.

Em vão.

Apagaste-me de tua vida
Excluíste todo e tudo que de
Mim vieste
Todo trocho recado

Ou cartas que eu a ti
Enviei para declara meu amor
Mas tu nem as considerastes
Recusas-te antes que eu pudera defender-me

Excluído de seu mundo vão
A fim que eu me amargure toda dor e
Sofrimento que um homem pode sentir
Dentro de si

Falas que de mim não quer nem o
Sorriso muito menos declarações
Que não ira te sustentar

Então pergunto-me se tu
Amas o homem ou o que ele pode oferecer
Mas rapidamente você retruca
Dizendo que se amar a mim
Amaras a um nada
Nada é o que eu sou para ti
Mas peso-te perdão pelas
Minhas escolhas

Pedido doloroso e em vão
Já que to não queres nem o meu sorriso
E de alguma forma eu morri para tu
Já não estou em teu coração.


Vilão?

Porque me tornas vilão

Falas como se eu tivesse
Escolhido o meu destino

Dito sim para tudo o que veio
Ocorrer-me
Em um versículo resumiste
Tudo

Ainda me achas errado
Por querer saber o
Que é ser feliz

Ta ai então
Sou culpado de “Te amar”
E quere que você viva
Corretamente?

Sinceramente não compreendo-te.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Chega!!!

Chega!!!

O poeta cansou
De rimas fracas
E ao falar de paisagem
Que deveras não tem

De animais bonitinhos
Que não se ver por ai
Indagado com a indignação
Que tenho ao ter de mim

Frustrado em meio ao sucesso
Constrangido em meio à vitória
Custa escrever realidade poética
Ou o falso sentimento se torna melhor

Quando iremos agir com sinceridade
Com nos mesmos
Ou pelo menos com o respeito devido,
Para não nos enganar assim

Devemos ter a consciência de criticarmos
A nos mesmos e assim corrigir-mos
As nossas falhas e chegar ao ponto coerente
De que se enganar e mais fácil que ser enganado

E com o nosso bom senso devemos
Para de agir como animais em busca da caça
E começarmos a escrever a realidade

Realidade poética

Afagos

Afago-te como me afagas
Darte-ei o que me deste
Pediste o que não posso fazer
Mesmo assim não te servis
O meu Amor

Traste-me indiferente
Desconfiada de algo
Que deveras não fiz
Mas hoje sei o do que tratastes

Teu amor chegas-te ao fim
Assim como à fonte um dia
Pode vir acabar
Mas por quê?

Porque não me avisas-te
Deixavas que a ilusão me consolasse
Uma esperança que nunca existiu
Assim me afogando num sonho.

E me enganavas quando
Dizias “TE AMO”
Palavras falsas que fazia-me sentir
Recanto de aconchego

Tudo não se tratava
De um circo
Onde eu era o palhaço coadjuvante
E você a apresentadora

Traíste meus sentimentos
Assim como se trai alguém que
Não se conhece,
Tu me trais-te!!!

Mas mesmo assim
Peso-te perdão
Por não atender as tuas
Expectativas

Cujo ao mesmo tempo
Sinto-me indagado
Com a indignação
Que ter que amar você

Fizeste tudo
Que não puderas
Fazer com um homem,
Tu fizeste contra mim

Assim encontro Conforto
Nas lembranças
Que de veras não existe
Aonde você é quem eu sonhei

E não adiantas dizer-me
Que tu prezavas pelo
Meu amor e que tudo não
Passou de um engano

Sei que o engano que
Existia, era eu ser.
Enganado pelos
Meus sonhos

Sufocado pelas lagrimas
Que tu dizias derramar
E as marcas de um
Lábio torturado pela angustia

Encontrando-me perdido
Em meio à decepção
Que é decepcionar-se
Com quem se amas

E assim falo-te hoje
Encontro-me machucado
Com o gosto de sangue
De um coração rasgado

Dentro de mim
De tantos sentimentos
Eu apenas quero
Que você...

Afago-te como me afagas
Te amo como me amas...

Amor & Café

Minha xícara de café,
Café frio e forte,
Forte e amargo,
Amargo é o gosto

O amor é como café
Alguns gostam
Outros nem tanto

Porque digo que é igual?
Quando o amor esfria
Fica sem graça e quanto requenta
Perde o sabor

Açúcar de mais estraga
E não adoçado, nem todos.
Agradam-se

Outros sabem fazer café
Meus vizinhos não
Uns são fracos outros muito fortes

Por isso lhe digo
Nossos corações têm que ser como
Uma garrafa térmica
Para não deixar esfriar
E manter o 1º gosto o mais puro possível

Daí te digo
Prefiro só o café
Por favor.

Pecado

Sou a decepção de teus olhos
A desilusão de teus sonhos
O carma que terás que carrega

O choro da noite
O pranto do meio-dia
O tormento da tarde
E a raiva ao amanhecer

Tudo aquilo
Que não desejas,
Eu serei para ti

E ao deitar de sua
Cabeça iras lembrar
Tudo quanto
Fizeste 

Manias

Maldita mania de querermos
Tudo aquilo que não temos
Ou aquilo que não podemos
E assim cobiçar.

Dizer-te?

Dizer que não te amo?
Dizer-te não te quero?
Falar que já passou?
Pensa que já estou feliz?

Não será rimas chulas
Prosas enganosas
E Versos ensaiados

Que ira mostrar o que sinto por você
Sim meus gestos, meu sorriso
E minhas lagrimas

Poderão servir para expressa
Meu AMOR ou minha RAIVA
Apenas isso.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Ao Acorda



Ao longo do dia
Percebo que a felicidade
Que me acompanhou
Pela manha

É a tristeza
Que me faz querer dormi
Em prantos.

Lama

Eis que estou prostado como um mendigo debruçado para lama 
E a chuva caia sobre mim naquela noite
Tentava me levantar, mas meus braços tremiam 
Cansado da batalha, e naquele cenário de guerra.


Me deparo novamente com a poça de lama 
Eis que já estou de pé 
Diante dela, na chuva


Eis que a água que escorre diante meu rosto
Limpa-me, deixando só os marcar de 
Um riso frustrado em meio a tribulações


Como um louco se depara diante um abismo 
Eu me encontrava diante daquela situação.


Mas cosseguia ver-me em outra situação
E Hoje estou por cima daquele velho "EU"
Diante da vitoria Eminente.


Mas condenado a ter cautela
Dando um passo de cada vez


E aqueles que diziam "HA HA"
Ou estavão ao meu lado
Mas me negaram


Hoje tenho a VITORIA
Ao Meu LADO!!!

Vitória

E Das mais negras
Planícies do 
Domínio do Inferno
Olharam Com rancor
para mim
pois alcancei a vitória...


Graças Jesus

(?)

E ao contar dos dias
Paro de me encontrar
Me enxergando 
Em desencontros.


Aluido Com a Esperança
Voltar A ser Feliz
Em meio A Decepção
Que é ter a Felicidade.

...

E ao fundo do espetáculo
Da vida, 
Podemos Ouvir 
A poesia Que nos Rége
Na voz Choroza
De um triste
Palhaço sem graça

Noite

Ao calar da meia-noite
Me deparo com um silencio
Ensurdecedor...


Escuto tuas risadas
A me atormentar
Dizendo Vem... Vem me encontrar.


Logo percebo que 
Não se passa de um sonho
Desesperado.


Me calo rapidamente
Só Apenas querendo
Dormir, pois bem cedo 
tenho que trabalhar.

Quando...



Quando eu cai ,
E beijei o chão
Vi em seus olhos algum
Brilhos de prazer


Rastejei por algum tempo
Entenda, isso foi muito bom para mim
Pode encarar minhas verdades
E de frente pude ver


O quanto posso errar,
Falhar e ver
Que pode ser 
Muito natural


Somos covardes demais!
Para entender
O quanto é intenso!!!






Tosco!!!