sábado, 26 de novembro de 2011

HA HA

Sim, sou eu
Aquele a quem vocês não deveriam subestimar, sim sou eu
O bárbaro sem compaixão com sede de sangue, o temível gladiador o Paladino negro que bate a sua porta para dar-te o seu julgamento
Sim, tema. Eu sou o seu fim
O Guerreiro cujo Só Será Saciado pela carnificina de seus Inimigos e sobrepujado pelos despojos deixado em guerra, Sim eu quero a Sua alma a sua Vida Agora é minha!
Não Adiantas fugir eu estou aqui!
Nem Nabucodonosor Sobreviveu as inúmeras batalhas
Aquele a quem Você deve pedir perdão
E clamar pela misericórdia. Sim, Esse Sou Eu!
Vlad Não Chaga aos meus pés
Imagine vermes cujo motivo da existência é comer minhas sobras.
Não se preocupe logo será sua Vez.
Simplesmente o Homem, o Mais impiedoso, Sim Sou Eu, Aquele que vai destruir a ordem, causar o caos e devorar as almas atormentadas de minhas vitimas.
E te Digo, Não haverá piedade
Destruirei Você como uma besta incontrolável, quero seu sangue em minha espada, suas vísceras na boca dos cães e sua cabeça em minha muralha.
A Sua gordura ficara pelo chão,
Pior Que Gengis Khan, Esse Sou Eu.
Digo-Te inglório Sou o Teu Algoz, tua sombra, não há como fugir de mim.
Aquele Que Sabe o segredo. Pode descer e sair das masmorras pagando a liberdade com sua vida, quando eu bater a tua porta saberás que é chagada a tua hora.
Sim, Sim, Sim Esse Sou Eu
Ajoelhe aos meus pés, Mero Ser Vivente ou será recompensado com minha fúria
Ai sim saberás Que Esse Sou Eu!!!

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Foda-se

Tudo aquilo que sou                
Tudo aquilo que fui                  
Eu torno a Dizer                       
Foda-se                                      
                                                    
Não me interessa                      
Mais nada que vem de mim     
A não ser minha própria          
Existência Insignificante          
                                                    
Um traste de convicção           
Absurda e surpreendente       
Ao ponto de me deixar            
Enojado em minha própria      
Onipresença de que aqui estou
                                                    
Aonde me encontro                  
Incapaz de fugir de quem       
Eu realmente sou.                    

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Basta!!!

Basta, eu te digo
Chegas-te ao fim da historia
Meu coração
Já sofreste por demais

Peço-te deixe que ele
Repouse tranquilamente em seus últimos dias,
Já que a hora do adeus se aproxima

Tu não se cansaste de me fazer sofrer,
Enganar-me e dizer que um dia
Ira voltar para mim
E será feliz ao meu lado

Tudo blasfêmia
Jogaste fora as mil oportunidades
Que eu te ofereces-te

E ainda me ínsitas
Como se eu foste um vilão
Eu que tivesse te traído
Pelas costas

Dizendo que eu nunca valorizastes
A tua pessoa
Cujo meu maior erro
Foi te Amar demais.

Maldito coração que se aproxima a hora
De morrer
Deixaste minha vida conturbada
Sem resolução

Em minha ultima suplica peço-te
Que me mates ou me deixes
Morrer tranquilamente.

Rastejante

Aqui jaz o meu amor próprio
Que se foi ao tu me negares
E hoje vivo com a marca
Que me deixaste ao sair

Sinto-me só e com frio,
Pois a vodka acabou
E você levou a minha
Alegria com sigo

Deixando-me amargo
E frio, com um coração.
Sadista e com sede
Desesperado ao te ter novamente

Sem orgulho eis que
Rastejo aos teus pés
Pedindo perdão
De algo que não fiz

Sendo que foste você
Que despachas-te meu
Sentimento no lixo
Como reles excrementos

Ao me negares diante de todos
Como um nada
Alguém que não existias
Para ti.

Jogado na sarjeta
Deparo-me com minha pessoa
Rastejando ao encontro
De alguém que já fora embora

Pergunto-me o que devo
Fazer, para que eu não morra.
De angustia ao espera por alguém
Que não vem!

Infeliz dentro de minha própria virtude
A paciência vira minha inimiga.
O tempo duraste eternamente
A cada min que vejo passar

Envelhecido pela dor
Que sinto todos os dias
Sangrando pelas feriadas
Que tu deixaste

Eis que venho como minha
Ultima tentativa
A ultima suplica
Pedindo que volte

E traga-me a minha alegria
Pois quero sentir o
Doce gosto
De teus beijos


P.s. Traz minha vodka 

Bed

Ao tocares minha face
Com tua mão
Deixaste muito mais que um marca
Vermelha externa

Feriste meu coração
Humilhais-te meu ego
Deixaste-me sem esperança
De reconciliação

Tudo quanto pediras
Para ti
Tu fingiste que
Não ouvira

Assim sendo cada fala
Minha jogada ao vento
Restando-me olhos com
Lagrimas que vejo de ti

Ainda me desceste
Barbarias contra
Minha pessoa
Que aqui esta.

Enchendo-me de ira
Seguro meus punhos
Para que eu não leve
Ate sua garganta ou a minha condenação

Pede-me que eu se vá
Para eu não ir atrás
Daquela menina
Que aqui morrera

Os fatos não negam,
Diz ela, com a voz chorosa.
Olhando-me iradamente
Nos olhos.

Átono tento compreender
O que deveras acabara de ocorrer
Mas uma tentativa em vão
Pois sua raiva é grande

Saio antes que sua
Indignação se aclame
Mais ainda
Contra mim

Insultando-me a cada passo
Que dou na direção da porta
Sem clemência
Falas-te ate de sua sogra

E em minha ultima
Olhada para trás
Dizendo tchau
Retruco a dizer-te “EU TE AMO”

Eis que sua fala
Cessa rapidamente
E corre em minha direção
Calada e com olhas fixos

Preparo-me para
Sentir novamente
O teu toque
Eis que beija-me a boca

Dizendo que me
Amas e que não importa
O que aconteça
Que sempre estará ao meu lado.

Condeno

Te cuspi de minha vida
Como nada
Rindo e vendo
O resultado

Mas tu deixaste um
Gosto amargo em minha vida
Tudo quanto toco
Não tem mais o mesmo sabor

Percebendo que mesmo
Curta a tua passagem
Pela minha vida
Tu me mudaste

Deixaste-me com sede
E sedento pelo resultado
Que tu me deras
Ao amanhecer

Mas te condeno
Por minha fome
Maldita pasta de dentes!!!

Desejo

Ao encostar-se em ti o meu mais
Atenuante desejo vem á tona
O teu olhar opaco, que me.
Transmite transe

Ensina-me que tu queres
Tudo que posso oferecer-te
Sucumbir-me por inteiro

Eis que te farei
O que for preciso
Para que tudo dure
Ate se torna inesquecível